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ZERO ESCAPE – Procure o número 9

Eaê povo, tudo em riba?

Esse é um post que eu já tô prometendo faz um tempo mas nunca que consigo acabar (kakakakakaka que triste). Tive até que jogar fora a primeira versão dele e começar a escrever de novo porque tava um lixo muito grande, mas agora parece que finalmente saiu alguma coisa mais ou menos decente. Então sim, finalmente vamos falar de Zero Escape, o inferno do número 9.

zero escape capa
Por favor não se assuste com o cara da máscara de gás.

Tá, esses jogos já existem faz um tempinho e são até que bem conhecidos; de que adianta escrever mais coisa sobre um negócio velho e que um monte de gente já recomendou antes? Bom, a verdade é que eu não ligo. Gosto muito dessa série e vou escrever sobre ela de qualquer jeito. Sempre existe mais gente que pode ser convencida a jogar Zero Escape.

Dois avisos antes de começar:

  • Na verdade, a classificação dessa série é 17+/Mature, então tenha em mente que você vai encontrar um pouco de sangue, morte e sofrimento, além de terror psicológico e algumas piadas sujas de vez em quando. Não é nada traumatizante, estou só tentando ser legal e dando o aviso de antemão.
  • Cuidado com os spoilers! Zero Escape é uma história muito baseada em mistérios e surpresas; se você levar spoiler da coisa errada, pode se arrepender bastante depois. Recomendo cautela na hora de pesquisar sobre o jogo no Google; aliás, se você puder ficar sem pesquisar absolutamente nada sobre ele até terminar os três jogos, melhor ainda. Tentei ser o mais spoiler-free possível nesse post, mas pode ter escapado algum, porque afinal eu tinha que falar ALGUMA COISA sobre a série ou não seria uma indicação.
HUEHUE adoro esse edit.

Ok, vamos começar respondendo a pergunta que realmente importa:

Que mERdA é Zero Escape?

Zero Escape é uma trilogia de jogos de ficção científica lançada pela Spike Chunsoft, escrita e dirigida por Kotaro Uchikoshi (também conhecido por suas séries Infinity e Memories Off, além do anime Punch Line). A mecânica dos jogos é uma mistura de visual novel, escape-the-room e puzzle.

Lembrete para os esquecidos:

  • Visual novel: aquele tipo de jogo que praticamente só tem texto e imagens semi-estáticas dos personagens (sprites). Pode ter escolhas que levam a finais diferentes.
  • Escape-the-room (ou escape game): jogo cujo objetivo principal é resolver enigmas para escapar de uma sala trancada. Normalmente funciona em point-and-click.

Em resumo: você vai ter que ler bastante (em inglês ainda por cima) e gastar uns neurônios pra resolver as charadas antes de conseguir avançar na história (existem tutoriais na internet pra isso, calma). Tenho que avisar que: eu gosto de ler, e se me deixassem eu ficava horas resolvendo puzzles e afins (Professor Layton, alguém?), então talvez seja por isso que essa série deu tão certo pra mim. Sou suspeita pra dizer.

Gêneros: Suspense, ficção científica, terror, psicológico, mistério; muita um pouco de comédia idiota pra quebrar a tensão quando pode.

Esse é o trailer de lançamento do pacote Nonary Games; eu coloquei em japonês porque acho mais legal e pra evitar que alguma coisa no vídeo sirva de spoiler, mas se alguém preferir, a versão em inglês é essa aqui.

Começo com uma lista rápida dos três jogos, anos de lançamento e as abreviações dos títulos (porque todos eles são enormes e eu não vou ficar repetindo eles inteiros):

  1. Zero Escape: Nine Hours, Nine Persons, Nine Doors – 2009 (999)

  2. Zero Escape: Virtue’s Last Reward – 2012 (VLR)

  3. Zero Escape: Zero Time Dilemma – 2016 (ZTD)

Aproveito pra listar também para quais plataformas cada um está disponível:

  • 999: DS (original, recomendado), iOS (sem puzzles, não recomendado), PS Vita/PC/PS4 (Nonary Games, recomendado)
  • VLR: 3DS/PS Vita (original), PS Vita/PC/PS4 (Nonary Games, recomendado)
  • ZTD: PC, 3DS, PS Vita (aqui tanto faz, todos são iguais)

999 foi o jogo que mais sofreu mudanças em cada uma das suas versões, já que ele foi feito para as duas telas do DS. Se possível, tente jogar na versão para DS (porque isso na verdade interfere um pouco na forma como você entende a história). Mas, sendo que hoje em dia existe a versão em HD e com dublagem, eu entendo que muita gente prefira essa (eu inclusive). Estou me referindo ao remake Nonary Games, que na verdade é um pacote que contém 999 e VLR e está disponível para PS Vita, PC e PS4. Links do Steam: Nonary Games | ZTD

Depois de muito pensar, decidi que vou falar mais do primeiro jogo, que é o melhor de qualquer forma e também o com menos risco de spoiler já na sinopse. Depois de falar um pouco dos outros dois, eu dou uma resumida no grande PORQUÊ de eu gostar tanto dessa série, e aí coloco umas curiosidades e dicas.

Nine Hours, Nine Persons, Nine Doors

Sinopse: A história começa com o nosso protagonista, Junpei, sendo sequestrado por uma pessoa misteriosa numa máscara de gás que se autointitula Zero. Junpei acorda junto com outras oito pessoas em um navio afundando, e é desafiado a jogar o Nonary Game (“Jogo Nonário”): o objetivo é encontrar uma porta marcada com um “9” e escapar dentro de nove horas. Parece simples? Pois cada pessoa carrega um bracelete numerado que pode explodir uma bomba nos seus estômagos caso alguém quebre alguma regra, e todos os participantes devem se dividir de acordo com seus números para resolver enigmas e destrancar portas. Tudo isso sem saber como e por que vieram parar ali, se vão sair com vida e, mais importante de tudo, quem diabos é Zero.

Na verdade, 999 era pra ser um jogo fechado, sem continuação; teoricamente você pode jogar só ele e já ficar satisfeito com uma história praticamente fechada, embora isso deixe vários mistérios sem solução. Além disso, ele é o menos fantasioso de toda a série, e o único em que o simbolismo do número nove funciona a todo vapor.

Mas parece simples, não parece? Você controla Junpei, um universitário comunzão e assustado (mas inusitadamente esperto) enquanto tenta entender por que cargas d’água ele veio parar naquele lugar com um bando de gente que ele não conhece (e alguns que ele conhece). Dependendo das suas escolhas, você pode chegar mais perto de descobrir a verdade e tirar todos dali com vida, ou então pode deixar todo mundo louco de desconfiança um pelo outro até o ponto em que ops!, eles começam a se matar e fim de jogo. Tudo isso acompanhado de uma narração dramática estilo romance em terceira pessoa na tela inferior do DS (ou no Novel Mode, no caso do remake) que faz tudo ficar bem mais lento e mais dramático porque você passa um tempão lendo aquilo tudo.

(Isso é só um extra, sim, mas acho que vale a pena eu explicar. No original pra DS, as falas dos personagens aparecem junto com os sprites na tela de cima, e a tela de baixo tem uma narração que parece um livro. Como as duas telas simultâneas são uma peculiaridade do DS, as versões pra outros consoles tiveram que ser adaptadas. VLR e ZTD não têm essa narração porque já foram feitos pra uma tela só.)

Gif que eu roubei da wikia pra mostrar como o remake de 999 funciona. Nele você pode até ocultar a narração em terceira pessoa e ler só os diálogos entre os personagens, mas assim algumas coisas deixam de fazer sentido. LEIA. A. NARRAÇÃO.

“Mas Xícara, você não detestava esse tipo de história em que as pessoas ficam presas num lugar e começam a se matar um por um?” Na verdade detesto sim. Acredite, se Zero Escape fosse só mais um desses pseudo-experimentos psicológicos sem contexto nenhum que querem mostrar “o quanto a raça humana é podre ui ui” e te fazem ficar com gosto de lixo na boca depois de acabar, eu não estaria recomendando. Isso aqui é uma trama de verdade, tem começo, meio e fim. Pode não fazer sentido 100% do tempo, mas também não tá aqui pra insultar a sua inteligência e nem pra te fazer ter ódio de todos os personagens. Sem falar que as pessoas não morrem o tempo todo. Às vezes elas vivem.

Sim, eu me apeguei aos personagens. São todos meus bebês menos o 9th man

999 tem um total de seis finais. Estritamente falando, você só precisa fazer dois. Pessoalmente, eu recomendo que faça cinco (é isso que os tutoriais por aí vão te recomendar também). Se for jogar às cegas, é provável que acabe fazendo todos os seis, e aí vai entender por que o sexto final é desnecessário. Se for usar algum tutorial, recomendo que faça os bad ends antes dos finais principais.

Virtue’s Last Reward

Chegamos ao segundo jogo. Ele é bem mais longo, bem mais maluco e bem mais complicado, mas é considerado por muitos como o ponto alto da série. Desta vez você controla Sigma, outro universitário azarado que é sequestrado e forçado a participar de um jogo maluco com outras oito pessoas num prédio isolado. Só que o jogo da vez é o Nonary Game: Ambidex Edition, mais variado e possivelmente mais mortal, já que envolve a decisão de se aliar ou trair seus companheiros. Além disso, todos são supervisionados por um coelhinho falante chamado Zero III, um programa de inteligência artificial que controla o prédio inteiro.

Apesar de ter gostado muito mais de 999, eu admito que VLR também é uma viagem e tanto. 999 tem um final até que bem conclusivo, então VLR pode ser considerado como uma expansão do universo. É nele que você começa a perceber que o buraco é muito mais fundo do que a gente pensava, e que talvez algumas medidas drásticas sejam necessárias. Diferentemente do primeiro jogo, VLR foi feito para ter continuação, e a história é bem mais tensa. E Junpei que me desculpe: ele é um ótimo protagonista, mas Sigma é meu husbando e eu dei o nome dele pro meu gato. É isso.

ALERTA: IMAGEM DE APRECIAÇÃO DE HUSBANDO:

FIM DA IMAGEM DE APRECIAÇÃO DE HUSBANDO, OBRIGADA PELA SUA ATENÇÃO

Certo, voltemos ao que importa: VLR tem vinte e dois finais, tanto bons quanto ruins. Além disso, a ordem deles é bem mais rígida que a de 999; a não ser que você use um guia, vai acabar pulando várias vezes de um ponto da história pra outro até conseguir chegar em algum lugar (felizmente, o jogo tem um flowchart/fluxograma embutido feito especialmente pra isso).

Além disso, VLR ganhou também um OVA promocional em anime só com o comecinho da história. Tudo bem assistir antes de jogar VLR, mas não assista antes de jogar 999. Esse OVA está no youtube aqui em japonês (legenda em inglês), e aqui dublado em inglês. O original japonês se não me engano é esse aqui.

Zero Time Dilemma

Desse jogo eu posso falar menos ainda, afinal ele é a continuação direta de VLR. Agora os personagens principais são três: Carlos, Diana e Q, que estão presos com outras seis pessoas e divididos em três grupos. Dessa vez, o jogo que devem jogar é o Decision Game: ao contrário do Nonary Game, ele só pode acabar se seis dos participantes morrerem. Além disso, todos são sedados e têm suas memórias apagadas em intervalos regulares, e não podem se comunicar com os outros grupos.

Sim, dessa vez eu posso te garantir que pessoas morrem. Várias vezes por pessoa.

KKK AGORA LASCOU-SE

Esse jogo divide opiniões, especialmente porque ele não ia acontecer. Basicamente os criadores ficaram sem verba e não iam conseguir completar a trilogia: acredite se quiser, mas Zero Escape quase não fez sucesso no Japão, ao contrário do ocidente. Ele só acabou acontecendo depois de uma campanha dos fãs conhecida como Operation Bluebird (que hoje funciona como uma página de fãs do Uchikoshi), e mesmo ela só rendeu o mínimo pra gente não ficar no suspense eterno em relação a alguns mistérios que VLR já tinha lançado. O orçamento dele é apertado, e ele cria mais dúvidas do que resolve, mas pelo menos a história principal fica completa.

Além disso, se em VLR os sprites e as cenas animadas já eram feitas em 3D, ZTD abandonou o 2D de vez: ao contrário do que sugerem as imagens promocionais acima, a história é contada por meio de cutscenes em 3D (um 3D bem pobre, pra dizer o mínimo), e não mais por texto. O resultado disso é que ZTD não é uma visual novel (nem está listado no VNDB, ao contrário de 999 e VLR). Se você não gosta de ler, esse jogo vai ser o menos doloroso dos três. Se não se dá bem com modelo 3D malfeito (que nem eu), vai sofrer um pouquinho.

VLR tem sete finais principais e mais um número indefinido de finais ruins, aleatórios e becos sem saída, incluindo dois que… bom, são mais famosos porque são bem interessantes. Dos sete principais, apenas um é o final verdadeiro. Eles são bem mais complicados que os outros jogos, mas não tem muito mais que eu possa falar sem dar spoiler. O que eu posso dizer é que aqui você vai entender por que o coelhinho falante de VLR se chamava Zero III e não Zero II.

Voltemos para a série em geral:

Uma característica de Zero Escape que eu não podia deixar de mencionar é a quantidade absurda de informação aleatória, teorias filosóficas, científicas e da conspiração que vão ser cuspidas na sua cara durante toda a série (aparentemente, chamam essas coisas de experimentos mentais). Já ouviu falar do Gato de Schrödinger? E do navio de Teseu? Que tal o problema de Monty Hall, ou então o efeito borboleta? Se não sabe o que eles são, vai ficar sabendo quando jogar. Talvez eles sejam importantes pra você resolver algum puzzle, ou talvez sejam mencionados porque vão influenciar na trama como um todo; mas eles vão ser explicados até você entender, nem que o jogo tenha que fazer um exemplo ilustrado (o bom e velho “quer que eu desenhe??”).

Ou seja, todos os personagens de Zero Escape são um poço sem fundo de conhecimento (in)útil; o jogo é simplesmente saturado de curiosidades aleatórias, que vão desde truques em jogos de cartas, teoremas matemáticos, paradoxos de viagem do tempo, teorias da conspiração envolvendo hexadecimais, telepatia e controle da mente até uma lenda obscura sobre o Papai Noel. Em resumo, você vai sair daqui sendo um verdadeiro mestre das teorias da conspiração e histórias de fantasmas do mundo científico.

Gatinho ~simpático~ que na verdade resume esse jogo muito bem

Certo, então são jogos que dependem bastante da história, misturados com uns puzzles e conhecimento científico aleatório. Mas qual é a graça deles, exatamente? Em primeiro lugar, eu digo que a história é interessante e os personagens são legais; mas isso é o básico do básico. Tem os puzzles pra você quebrar a cabeça, ok. Tem mil reviravoltas, mas e aí? Pois bem: o que realmente foi a cereja do bolo nessa série (especialmente no primeiro jogo) é o fato de que a história está totalmente em sincronia com o modo como ela é contada.

Ficou confuso? Pois essa é uma parte que eu realmente não posso explicar sem dar spoiler; o que eu digo é: tem um motivo pra ele ser um jogo, e não um anime ou um livro ou qualquer outra coisa. Ele funciona, e você percebe que funciona porque ele foi feito pra funcionar desse jeito. Vou mais longe e digo que eu não fui mais a mesma depois de jogar essa série, porque ela me fez entender de um jeito diferente os conceitos de ficção científica, de jogo e principalmente o de narrativa.

Isso é realmente o máximo que eu posso por enquanto. Só posso esperar que você também, quando chegar no final do primeiro jogo, sinta aquele estalo na cabeça de quando todas as peças se encaixam e tudo passa a fazer sentido, e também possa apreciar o quanto esse negócio foi bem arquitetado.

Aí você chega no segundo jogo e sua cabeça explode. É no bom sentido, mas explode. Aí no terceiro você se decepciona um pouco com o baixo orçamento, mas pelo menos você entende a coisa toda e descobre como acabou a história, e fica satisfeito. Desculpa, não era minha intenção baixar pra um tom negativo (tô só falando a verdade huehue).

Meme que eu roubei do KYM. Tem esse aqui também, caso alguém queira. Ou esse, que tem spoilers. Ou esse.

Tá, chega. Vamos pros extras:

Seiyuus

Eu adoro essa parte, não vou mentir. Todos os jogos têm dublagem tanto em japonês quanto em inglês (999 só passou a ter depois de Nonary Games; o original não tem). Como sempre, vou usar os seiyuus da versão japonesa pra tentar convencer pessoas a jogar; se eu não te convenci até agora, esse é meu último recurso:

Lista em ordem alfabética de sobrenome:

Takaya Hashi | Yoshimasa Hosoya | Akira Ishida | Rie Kugimiya | Kenta Miyake | Rokurou Naya | Mamiko Noto | Chiaki Omigawa | Daisuke Ono | Akio Ootsuka | Yoshiko Sakakibara | Maaya Sakamoto | Takahiro Sakurai | Miyuki Sawashiro | Tomokazu Sugita | Tatsuhisa Suzuki | Yukari Tamura | Atsuko Tanaka | Rie Tanaka | Kishou Taniyama | TARAKO | Nobuo Tobita | Aki Toyosaki

(Só gente boa pqp eu me surpreendo toda vez que releio essa lista)

“Mas por que você não fala logo qual dublador faz que personagem?”

Claramente porque isso também é spoiler! Sim, a coisa chega a esse nível. Aguentem.

Dicas da Xícara

  • Existem vários tutoriais na internet se você tiver preguiça de resolver os jogos sozinho. Eu geralmente uso os do GameFAQs (mas cuidado com os que têm spoilers): 999 / VLR / ZTD / Nonary Games;
  • Tenha papel e lápis com você. Não só vai ajudar a resolver uns puzzles, como você vai ter que anotar algumas coisas em alguns momentos;
  • Se você estiver jogando as versões pra PC e seu computador for velho que nem o meu era na época, é possível que ZTD não rode sem uma placa de vídeo dedicada, afinal ele é todo em 3D (por pior que seja o 3D). Como eu não queria ficar sem saber o fim da história, acabei vendo gameplays no YouTube, especificamente o do NicoB, que é bem engraçado e a ordem da história faz sentido (mas é todo em inglês, desde a dublagem do jogo até os comentários aleatórios dele no meio; além disso tem spoilers de Danganronpa). Depois achei um com a dublagem em japonês e sem comentários, mas não cheguei a assistir pra conferir. Se você gosta desse tipo de coisa, tem vários gameplays de Zero Escape na internet, inclusive em português;
  • A versão pra 3DS de VLR tem um bug na hora de salvar. Em geral, recomenda-se cautela com essa versão, e evitá-la se possível;
  • A trilha sonora fantástica desses jogos é composta por Shinji Hosoe, e pessoas muito dedicadas colocaram ela inteira no YouTube: 999 / VLR. ZTD não chegou a ter uma trilha sonora completa oficial, só um mini-álbum, mas pessoas mais dedicadas ainda fizeram listas com todas as músicas usadas no jogo;
  • Como link útil, a wiki de Zero Escape. Mas eu não recomendo que você entre nela antes de jogar porque (adivinha????) tem spoilers até na página inicial. As únicas páginas seguras são as dos escape rooms (que também servem como tutorial) e a página de introdução da série.

Chegamos ao final. Honestamente, fiquei muito mais satisfeita com essa versão do post do que com o que eu tinha escrito antes. Ficou mais coerente, e acho que tá bem mais claro o quanto eu gosto dessa série. Se alguém decidir jogar por conta do que eu escrevi então cara, meu dia tá feito.

Por último, vou só largar aqui um vídeo do Uchikoshi sofrendo bullying debatendo com o Kazutaka Kodaka, criador da série de videogames Danganronpa (muito mais famosa e geralmente com muitos fãs em comum com Zero Escape). Não chega a ter spoilers, mas fala um pouco sobre a visão de mundo de cada um e o modo como as tramas são construídas, então eu sugiro que você tenha jogado pelo menos um título de cada série pra entender alguma coisa. Infelizmente só tem legendas em inglês:

É isso e all hail our lord and savior Funyarinpa! (eu não resisti, sinto muito)

~Xícara entra de volta no armário da cozinha e desaparece~

 

2 comentários em “ZERO ESCAPE – Procure o número 9”

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