POLÍTICA E GOVERNO: o que diabos isso tem a ver com animes/mangás?

RAWRRR!!

Oi oii! Meu nome é Kota, sou o integrante mascote do Shiritori que administra os posts conjuntos.

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Esse é meu primeiro post conjunto, então espero que dê tudo certo… Alguns devem estar se perguntando: “Post conjunto? O que é isso?”. Clique AQUI para entender melhor.

Kota mentalmente:

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Então, respondendo a pergunta do título “POLÍTICA E GOVERNO: o que diabos isso tem a ver com animes/mangás?”, eu posso te dizer que: Tem muita coisa a ver, sim senhor! E nesse post inédito aqui no Shiritori, vamos tentar conhecer um pouco mais sobre esse universo dentro da indústria de animes japonesa. 

“Omg, quem teve essa ideia louca de post?”

~ Essa gente doente que escreve aqui.

Tratando-se de contextos envolvendo gêneros como aventura e fantasia, geralmente a maioria dos animes e mangás acabam extrapolando o grau de realidade. Entretanto, existe uma variável que sempre é constante em qualquer enredo: o sistema político. Em quase toda obra que se preze existe um certo nível de organização, seja ela política ou social. Lógico que o sistema político de “x” anime não será igual para todos, pois existe uma gama de formas políticas-administrativas que foram estudadas ao longo da história.

Partindo dessa linha de raciocínio: para reconhecer algo, vocês primeiro precisam conhecer ou ter uma noção prévia do tema antes.

É agora que eu, eu mesmo, eu comigo, Kota, serei seu sensei por breves (longos) minutos. Vamos para um tour rápido que explica sobre esse tema complicado de forma simples… mas antes de falarmos sobre sistemas políticos, nós vamos falar de formas de governo que existem no mundo:

Monarquia ou República

Você pode se perguntar: mas são somente duas formas de governo Kota-chan?

Eu respondo: Sim!!!

Afinal, tudo o que deriva depois é sistema de governo e regime de governo. Contudo, qualquer sistema e regime de governo tem como base a monarquia ou a república.

Por isso, vamos aprender um pouquinho sobre eles:

Monarquia

Rainha Elizabeth II

A monarquia é talvez a mais antiga forma de governo que existe no mundo. Nesta modalidade o chefe do estado (o dono da poha toda) é o monarca, ou o imperador e ele governa até morrer ou renunciar ao trono.

O poder e o direito de governar vai passando de pai para filho, ou de acordo com a sua linha de sucessão hereditária. Um dos maiores exemplos atuais de governo assim é o da Inglaterra com a sua rainha Elizabeth II.

República

Atual presidente dos Estados Unidos – Donald Trump

Aprumem os ouvidos e prestem atenção, pois é neste contexto que o Brasilzão está inserido, minha gente.

Na republica, o povo tem o direito de escolher por quem quer ser governado ou administrado através de voto direto ou indireto – o chefe de estado aqui é o presidente.

(Aqui somos obrigados a votar mesmo… menos eu que sou um dragão! Rawrr)

Tá confuso? Ainda não? Te garanto que vai piorar!

Mas como bom sensei, vamos explicar mais uma parte… sistema de governo que pode ser o presidencialismo ou o parlamentarismo.

Basicamente nesses dois sistemas de governo o que os diferencia é saber quem é o chefe do poder e quem é o representante da nação. É mais ou menos como no Shiritori, todo mundo sabe o que deve fazer e tem poder para escrever aqui (até eu agora!!!), mas a dona do manicômio ainda é a mesma soberana (vulgo minha mammys adotiva Sáh …cof, cof, apesar dela renegar o posto de soberana).

No presidencialismo, o chefe do governo e da nação é uma pessoa só. Essa pessoa deve, obrigatoriamente, ser escolhida pelo povo. Ou seja: o(a) presidente.

Por isso esse sistema só pode existir na república e nunca numa monarquia. Isso acontece por conta das formas de governo (que vamos ver no próximo pedaço de explicação).

No parlamentarismo, a galera que vai compor o parlamento também é escolhido pelo povo, a diferença é que quem é o chefe do governo e o chefe do estado são diferentes, podendo eles serem um monarca (no caso de forma de governo de monarquia) ou um primeiro ministro (na forma de governo republicano).

Tu cansou???

Aguenta mais um pouco que tô quase no início do post…

SOCORRO!!!

Vamos falar de regime de governo e definitivamente… agora que tudo explode.

Nesta parte existe muita discussão por gente mais estudada do que eu, que sou um mero dragão bebê, mas nas minhas pesquisas acadêmicas podemos dizer que são dois tipos: democracia e autoritarismo.

Esses são mais simples de explicar, a democracia é aquele em que a maioria do povo está de acordo, já no autoritarismo o governo é quem manda de maneira absoluta.

Mas como isso se encaixa no nosso dia a dia?

O Brasil é uma república presidencialista democrática.

Dúvidas em 3…2…1…

Podem perguntar… eu deixo…

E a ditadura? O Fascismo? O Nazismo? Feudalismo?

Como ficam esses Kota-chan???

E o Capitalismo? O Socialismo?

Calma galera, assim eu fico mais doido que os integrantes do manicômio e eu avisei que iria piorar…

Então, queridos leitores, essas denominações acima nada mais são do que sistemas econômicos e sociais adotados no decorrer da história. E, acreditem no Kota-chan, todos eles ou eram monarquias ou repúblicas que se tornaram bichos estranhos e não digeríveis (sério, eu tentei comer).

Mas, mas…mas…

Nada de mais! Ditadura, fascismo e nazismo ainda são sistemas econômicos e sociais de governo.

O problema é que o homem é um bicho estranho e capaz de extremismos e de crimes contra a humanidade.

Por exemplos, meu queridos, a monarquia já teve a sua fase negra! Tanto que existiram no decorrer da história do homem, os governos absolutistas – onde qualquer forma de pensar diferente do monarca absoluto era eliminada.

Cortem a cabeça!

Mas nem tudo é perdido, também temos monarquias que resistem até hoje e vivem harmonicamente no mundo, onde os direitos humanos são respeitados, nos trazendo até modelos de monarquias que seguem uma constituição.

Eu avisei, meus pequenos gafanhotos… o tema é explosivo, extenso e um assunto puxa o outro, mas entrando mais um pouquinho no assunto vamos falar um pouco dos sistemas econômicos, para vocês se confundirem entenderem melhor.

Pegue seu yakissoba e preste atenção!!!

Basicamente, o que irá diferenciar os sistemas econômicos no mundo é explicar na mão de quem está a terra ou os recursos que geram riquezas. Ou seja… quem é o dono e chefe, e quem é o trabalhador.

Num dos sistemas mais antigos do mundo, o feudalismo, o sistema é baseado na submissão dos vassalos (trabalhadores pobres que nem os redatores desse site) e o suserano (chefes que pagam o salários das pobres almas). Nesse sistema, os vassalos trabalhavam na terra do suserano e com os frutos desse trabalho pagavam para trabalhar (irônico mas é isso mesmo) na terra do chefe e tinham em troca a proteção do exército do suserano, também conhecido por senhor feudal.

Já no capitalismo, o sistema mais conhecido e praticado no mundo moderno, a propriedade da terra e dos recurso está na mão de poucos que contratam os demais, a troco de salário para aumentar as suas riquezas.

Não vamos entrar no mérito se isso é justo ou não…mas…

Vamos falar do socialismo, que além de ser um sistema econômico também é uma linha de pensamento que tenta contrapor a questão da justiça ou não do capitalismo, lutando pelas classes mais baixa dessa balança. Nesse sistema, a propriedade da terra e dos recursos deixa de ser particular e passa a ser da nação inteira; os recursos devem ser divididos por igual para todos.

O socialismo seria uma fase de adaptação e transição para chegarmos até ao comunismo. Nesse regime, o poder estaria nas mãos da sociedade de forma plena e igualitária, mas nunca na história existiu um governo comunista, o único que se aproximou perto foi a extinta União Soviética, agora conhecida como Rússia.

Agora que tudo vai dar certo! O céu é azul, os passarinhos voam e…

[…] volta para Terra que agora a poha ficou séria! Vamos falar de Ditadura, Nazismo e Facismo…

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Acho que vocês nunca viram um dragão ficar tão sério, mas agora eu terei que ser adulto (mesmo sendo um bebê). Afinal, eu avisei, o bicho homem é capaz de muita coisa feia…

Qualquer um dos três ainda podem ser considerados como sistemas econômicos e sociais de governo, mas tem ainda doutor que fala que são sistemas de governo e acreditem no Kouta-chan… ISSO DÁ ASSUNTO PRA MAIS DE METRO!

Na Ditadura, o poder do estado está concentrado em uma pessoa só ou de um grupo ou de um partido político. Nessa situação, o ditador não admite ideia contrária a sua decisão; não admitindo a democracia ou a participação da população – mesmo que esse ditador tenha sido eleito pelo povo ou assumido o poder através de um golpe militar.

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Já o Fascismo e o Nazismo surgiram em países atingidos pela crise econômica após a Primeira Guerra Mundial. Basicamente são iguais, sendo que o fascismo foi representado pela Itália e o Nazismo na Alemanha.

Talvez o que mais marque o fascismo e o nazismo, diferenciando-os de uma ditadura comum é, provavelmente, todo o marketing envolvido no governo. Eles usam os meios de comunicação para promoverem o estado. E diferente do que você possa imaginar, eles cuidavam muito bem de seus cidadãos (desde que eles não fossem contra ao governo).

Essas duas modalidades de sistema de governo eram focadas no nacionalismo. Eram anti-democráticos, anti-socialistas, cultuavam a militarização e o culto a força física. Usavam a violência contra todos, principalmente as minorias. Inclusive, usavam da censura para evitar que suas ações chegassem à população (parece que eu já vi isso em algum lugar!?).

Eu sei, eu sei, são histórias mais complexas e assustadoras do que somente esse breve resumo, ainda mais pelo legado que o Nazismo e o Fascismo deixaram no mundo.

Afinal, eles foram modelos de regimes opressores culpados pelos maiores genocídios da humanidade.

Mas como eu disse antes, esse tema rende muito assunto e os redatores desse blog estavam muito lokos quando escolheram o assunto, além de que isso aqui é um resumo (bemmm resumido) para você entender o que vem por aí.

Mas isso não quer dizer que você não irá ter dúvidas, ainda tem muito conflito por aí para resolver. Nada como ir atrás de um pouquinho de conhecimento da história da humanidade, até mesmo eu que sou um dragão, para saber o que é cada coisa e sabermos escolher bem os nossos governantes; o que cada um representa e prega, não é mesmo?

Além de servir para não sair falando merda por aí né?

Agora vamos para a parte mais fascinante deste post…

Vamos falar dos animes!!!

Como bom sensei, chamei alguns nakamas do site para me ajudarem nas análises dos animes escolhidos. São eles: a Sáh, a Dehrama, a Mika, o Yuruyoru e a Senpai.

(Mas é claro que eu dei a minha patada no assunto também!!!)

 

ANIMES:

20th Century Boys

Sistema Presidencialista Autoritário [Ditadura]

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SINOPSE:

O enredo se passa no final do século XX. O mundo está mudando, e não é para melhor. Inicialmente, história gira em torno de Kenji Endo, um gerente normal de lojas de conveniência. Tudo começou quando ele descobre que um dos seus velhos amigos cometeu suicídio e que, talvez, este caso estivesse relacionado a um novo culto liderado por uma figura conhecida como “Amigo”, cuja identidade é anônima. Kenji sente que algo não está certo, começa a investigar e percebe que esse culto é muito mais do que ele jamais imaginou que seria – não apenas essa organização misteriosa está mirando ele e seus amigos de infância, mas o mundo inteiro.

FICHA TÉCNICA: 

Tipo: mangá. Demografia: Seinen. Autor: Urasawa, Naoki (História & Arte). Volumes: 22. Capítulos: 249. Status: Finalizado. Publicação: 1999 – 2006. Gêneros: Mistério, Drama, Histórico, SciFi, Pisicológico. Serializado em: Big Comic Spirits

COMENTADO POR SÁH:

Trata-se de uma Ditadura com ideais fascistas. Todo mundo sabe o significado de Ditadura (pelo menos, eu espero), mas o que seria de fato fascismo? O Fascismo é um regime de governo altamente nacionalista e autoritário que teve grande relevância na Europa no século XX. No caso de 20th Century Boys, durante o anime um personagem chamado “Amigo” ganha influência na sociedade através de um fanatismo doentio que se assemelhar a uma “seita religiosa”. Após criar o “Partido Democrático da Amizade” (que de democrático não tem nada), ele é eleito como governante do Japão e começa, a partir daí, mudar a história. Os livros são modificados, não existe mais “jornalismo”, a censura é explícita, as pessoas são caçadas por simplesmente discordar de opiniões, a democracia é completamente enterrada. Também marcou-se por ideias voltadas para o totalitarismo, ênfase ao militarismos e uso da religião como forma de manipulação. A verdade não existia mais, a única verdade que existia era o que saía da boca do “Amigo”. Daí vocês se perguntam: por que as pessoas elegeram alguém assim? Porque em tempos de crise, qualquer merda é viável.

PATADA DO KOTA-CHAN

Vixi que minhas escamas se ouriçaram aqui, esse mangá consegue retratar tão bem uma ditadura com viés fascista. Não acham? Apesar dela ter se iniciado sutilmente em uma república percebemos que o assunto maior desse mangá é esse desenrolar todo.

Se eu vou ler? Claro que sim!!!

jUyhBOc

Rosa de Versalhes

Monarquia Absolutista

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SINOPSE:

Em 1755, Maria Antonieta nasceu na família real da Áustria e cresceu em luxo. No entanto, o destino da futura rainha da França fora traçado desde os 15 anos, quando ela deixa sua família e se casa com o príncipe herdeiro da França. Ao mesmo tempo, na França, uma menina nasce na família do Comandante da Guarda Real. Chateado por não ter um herdeiro do sexo masculino, seu pai decide criá-la como homem e nomeia a garota de Oscar. Oscar é treinada desde a infância para se tornar o líder da Guarda Real, mas ela ainda está a discernir que a vontade da rainha às vezes não é igual ao bem do povo.

FICHA TÉCNICA

Tipo: anime. Demografia: Shoujo. Autora: Ikeda, Riyoko (História & Arte). Episódios: 40. Status: Finalizado. Lançamento: 1979-1980. Gêneros: Ação, Militar, Histórico, Drama e Romance. EstúdioTokyo Movie Shinsha.

COMENTADO POR SÁH:

Impossível falar de sistemas políticos nos animes sem falar de Rosa de Versalhes! Essa joia retrata a França no final do século XVIII, período extremamente caótico para a monarquia absolutista francesa. Este período teve um impacto forte tanto no país como no mundo, pois a monarquia que detinha o poder sobre a nação durante séculos colapsou em apenas três anos. A crise era eminente e os impostos eram desproporcionais ao perfil social e econômico da população francesa, isso acarretou em revoltas populares que transformaram completamente a organização do poder francês. A hierarquia dos monarcas, juntamente com seus ideais políticos e dogmas religiosos foram quebrados pelos novos princípios de “Liberté, Égalité, Fraternité” (liberdade, igualdade, fraternidade). Rosa de Versalhes conta todo esse período conturbado, feio e, incrivelmente, inspirador, através dos olhos da nossa protagonista Oscar. Retrata, acima de tudo, o quão forte pode ser o poder do povo quando o governo vigente sequer sabe o significado de direitos, limite e justiça.

PATADA DO KOTA-CHAN

Aaaahh essa belezinha aqui é uma aula de história da Revolução Francesa!!! Como não ver essa pérola? Afinal, ela consegue trazer um período critico e um grande exemplo real de uma Monarquia Absolutista que não acabou muito bem para as cabeças dos reis franceses.

Se é que vocês me entendem…eles perderam as cabeças, literalmente!

jUyhBOc

Akatsuki no Yona

Monarquia Tradicional

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SINOPSE:

Yona é a única princesa do Reino de Kouka. Ela vive uma vida luxuosa e despreocupada, como uma princesa deveria viver. Ela tem tudo: as melhores roupas e cosméticos, os doces mais divinos e um imperador como pai amoroso. Mas seu mundo quase perfeito é rapidamente destruído quando o homem (e primo) que ela ama, Soo-won, assassina seu pai para suceder ao trono. Son Hak, guarda costas de Yona, escapa com ela, e a partir daí eles são obrigados a viver em fuga para sobreviver.

FICHA TÉCNICA: 

Tipo: anime. Demografia: Shoujo. Autora: Kusanagi, Mizuho (História & Arte). Episódios: 24. Status: Finalizado. Lançamento: 2014-2015. Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia e Romance. Estúdio: Studio Pierrot.

COMENTADO POR SÁH:

A Monarquia Tradicional de ANY se difere da Absolutista de Rosa de Versalhes, porque na Tradicional o poder do rei é regulado por assembleias com representantes das comunidades do reino (Tribo do Vento, Céu, Terra e Água, por exemplo). Como o âmbito onde se desenvolve a história é o Reino de Kouka, é importante salientar que reino é diferente de império, justamente porque os impérios são maiores e estão sempre em expansão, enquanto os reinos geralmente estão associados à ideia de dimensões territoriais menores, o que lhes garantem uma organização política-administrativa mais estável. No caso de Akatsuki no Yona, o pai de Yona sofre um golpe de estado; ele é assassinado pelo seu sobrinho Soo-won. Como naquela época o poder era transmito apenas para herdeiros do sexo masculino, o próximo à linha de sucessão ao trono era o próprio Soo-won. O golpe foi planejado pelos próprios subordinados do rei, pois sua má administração e ingenuidade política associada com gentileza, levou o povo à miséria. Isso nos leva a um questionamento estranho: até que ponto complacência é crime?

PATADA DO KOTA-CHAN

Boa pergunta essa mammys Sáh! Eu não sei responder, mas esse anime é o nosso queridinho aqui no Shiritori e não poderia ficar de fora dessa loucura aqui. Vocês podem até perguntar para esse pobre dragão… Kota, você não falou de monarquia tradicional! Eu avisei que o assunto era extenso, não falei?

Achei melhor falar do caso de Yona aqui, até porquê o tradicional é como o nome diz… segue a tradição do reino, dos costumes da nação. E o mais importante: o monarca leva isso em conta na hora de tomar a sua decisão (mesmo que não seja a decisão mais sensata e leve o povo à miséria).

Ufa… é isso…

Já piraram? Eu já!

jUyhBOc

Legend of Galactic Heroes (Ginga Eiyuu Densetsu)

Monarquia Absolutista x Democracia

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SINOPSE:

O impasse de 150 anos entre as duas superpotências interestelares, o Império Galáctico e a Aliança dos Planetas Livres, chega ao fim quando surge uma nova geração de líderes: o gênio militar idealista Reinhard von Lohengramm e o historiador reservado, Yang Wenli <3. Enquanto Reinhard sobe nas fileiras do Império com a ajuda de seu amigo de infância, Siegfried Kircheis, ele deve lutar não apenas contra a guerra, mas também contra os restos da dinastia Goldenbaum, a fim de libertar sua irmã do Kaiser e unificar a humanidade. Enquanto isso, do outro lado da galáxia, Yang – um forte defensor dos ideais democráticos – tenta se manter firme em suas crenças, apesar da corrupção e luta pelo poder. Yang tenta, acima de tudo, mostrar que a autocracia não é a solução.

FICHA TÉCNICA: 

Tipo: Ova. Demografia: Seinen. Autores: Tanaka, Yoshiki (História), Michihara, Katsumi (Arte), Fujisaki, Ryuu (Arte), Kato, Naoyuki (Arte), Kamoshita, Yukihisa (Arte). Episódios: 110. Status: Finalizado. Lançamento: 1988-1997. Gêneros: Ação, Aventura, Drama, Sci-Fi, Espaço, Militar. Estúdios: Artland, Magic Bus.

OBS: por via das dúvidas, coloquei todos os artistas que trabalharam com Tanaka Yoshiki.

COMENTADO POR SÁH:

Meu Deus do céu, chegou o MEU MOMENTO! Não tem como falar de LoGH em poucas linhas, então aqui vai a minha tentativa quase falha: trata-se de um anime que aborda sobre as diferenças governamentais de um sistema Imperialista e outro Democrata. Todavia, nós já temos uma leve noção de como essas duas formas de governo funcionam… Yang (my love) possui ideias completamente diferentes de Reinhard (my second love), entretanto, a trama gira em torno da desmistificação da democracia. Além disso, existe um fato importante que é muito bem trabalhado no anime: o fanatismo religioso. Fanatismo, seja ele de qualquer natureza apresentada, não deve ser negligenciado pelo Estado, justamente porque doutrinação é uma arma política e sociológica. Mas e aí, o que fazer quando a democracia é a opção mais sensata, mas aparentemente um sistema imperialista dá mais certo? COMPLICADO. Contudo, no império não existe o direito de discordar ou clamar por justiça social. E agora? O governo deve temer o povo, ou o povo deve temer o governo? Qual forma de governo é mais viável em um universo repleto de inveja, corrupção, traição, autoritarismo e desumanidade? A questão é que todas as formas de governo têm seus custos, inclusive nossa amada democracia.

PATADA DO KOTA-CHAN

Eis acima um bom exemplo de um surto de um redator do Shiritori (socorro!!!)

Tem como não surtar com uma Ova dessa que consegue misturar democracia com monarquia absolutista e discutir tudo isso no seu enredo?

Não tem como!

Só vendo para crer. E, tenham certeza, que irão ficar chocados e com a cabeça completamente em ebulição! Assim como eu… vão soltar fogo pelas ventas! (Pera, mas eu não sou um dragão?!)

jUyhBOc

Joker Game

Imperialismo

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SINOPSE

Com a Segunda Guerra Mundial na porta, a inteligência sobre a situação social e econômica de outros países tornou-se um bem valioso. Como resultado, o Japão estabeleceu uma nova organização de espionagem conhecida como “Agência D” para obter essa arma. Sob o comando do tenente-coronel Yuuki, oito agentes foram designados para se infiltrar e observar alguns dos países mais poderosos, relatando qualquer acontecimento associado à guerra. Para realizar essas tarefas perigosas, esses homens treinaram seus corpos para sobreviver em condições extremas e estudaram vários campos, como comunicações e idiomas.

FICHA TÉCNICA:

Tipo: anime. Demografia: Shounen. Autores: Yanagi, Kouji (História), Nitou, Subaru (Arte). Episódios: 12. Status: Finalizado. Lançamento: 2016. Gêneros: Militar, Histórico, Drama. EstúdioProduction I.G

COMENTADO POR SÁH:

O enredo se passa em 1937 quando o Japão estava na Era Shouwa, em suma: o país ainda vivia um sistema imperialista. A Era Shouwa, governada pelo imperador Hirohito, foi o mais longo período de todos os reinado dos imperadores japoneses (1926-1989), mas foi exatamente em meados de 1937 que eclodiu a Segunda Guerra Sino-Japonesa que se estendeu até 1945 – acontecimento que viria mudar a constituição política do Japão até então. Em outras palavras: a Guerra Sino-Japonesa durou antes e durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O enredo de Joker Game se passa nesse cenário que mais se assemelha ao inferno, pois retrata o período em que o Japão enfrentava praticamente duas guerras ao mesmo tempo. Para isso, durante o desenrolar da história, o autor criou entidades fictícias de espionagem que possuíam o intuito de ajudar o império a lidar com esse cenário caótico. No anime, é mostrado também o poder que o militarismo ganhou neste período, idolatrando slogans como “Enriqueça o país, fortaleça o exército”.

OBS IMPORTANTE: com a perda da Segunda Guerra Mundial, o Japão deixou de ter um regime imperialista para seguir um sistema político democrático. É uma monarquia constitucional com um regime parlamentar democrático. Monarquia? Oxi, mas e a família real? Ainda existe. Entretanto, de acordo a Constituição Japonesa de 1947, o imperador foi privado de poder absoluto. Ele não possui quaisquer poderes governativos, ele apenas age como chefe de Estado em ocasiões diplomáticas, ou seja: é apenas um símbolo para o país.

PATADA DO KOTA-CHAN

E eis mais um anime onde toda a história se baseia em um sistema político e todo o desenrolar dela gira em torno do que a guerra é capaz de fazer com uma nação, influenciando até em como deve seguir o rumo do seu governo…

Curioso? Eu fiquei!!!

jUyhBOc

One Piece

Regime Totalitário

MOLDE

SINOPSE

Monkey D. Luffy, um garoto de 17 anos que desafia sua definição padrão de pirata. Ao invés da popular persona de um pirata malvado, endurecido e desdentado que vive saqueando vilarejos por diversão, a razão de Luffy ser um pirata é de pura maravilha: o pensamento de uma aventura emocionante que o leva a pessoas intrigantes e, finalmente, o tesouro prometido. Seguindo os passos de seu herói de infância, Luffy e sua tripulação viajam através da Grand Line, experimentando aventuras malucas, desvendando mistérios obscuros e lutando contra inimigos fortes, tudo para alcançar a mais cobiçada de todas as fortunas, o One Piece.

FICHA TÉCNICA:

Tipo: Anime/Mangá. Demografia: Shounen. Autor: Eiichiro Oda. Episódios: Mangá: 922 | Anime: 859 (na data dessa postagem). Status: Em andamento. Lançamento: Mangá: 1997 | Anime: 1999 . Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Super Poderes, Drama, Fantasia . Estúdio: Toei Animation

COMENTADO POR MIKA:

O sistema de governo de One Piece é uma máquina perfeita se considerarmos aquilo a que ela se propõe, embora seja injusta e péssima para a maioria da população. Quem a criou, a fez muito bem, uma vez que o Governo Mundial controla boa parte do mundo há 900 anos. Embora seja mostrado que muitas ilhas têm sua autonomia e forma própria de governar para melhor gerir um mundo tão imenso a seu favor, criou-se quatro poderes independentes entre si que se reportam diretamente ao Governo Mundial, sendo eles: Poder Militar, com os Almirantes da Marinha que “protegem os civis” os que pagam impostos dos perigos da pirataria quem não paga se vira mesmo; Poder Judiciário, com os Juízes de Enies Lobby que se encarregam de sentenciar os inimigos do governo; Poder Executor, representado por Impel Down, a grande prisão submarina de segurança máxima para os piores inimigos do Governo e o Poder Estratégico, executado pelas Agências da Cipher Poll, em especial a CP Aigis Zero a mais fodona de todas, que recolhe informações e mantêm contato direto com as famílias nobres de Mariejois, os f** dos Tenryuubitos, e com os Gorousei que para não dar muito spoiler vamos dizer que: são os anciões por trás dessa bagaça toda. Embora o buraco pareça ser bem mais embaixo, mas aí só vai entender quem acompanha o mangá #ounão, por que né… Quem diabos é Im-Sama? 

Não dá para deixar de pelo menos citar os Revolucionários aqui! Um de seus objetivos parece ser o de derrubar esse sistema f*** e fazer com que as coisas sejam um pouco mais democráticas nesse mundo dando mais autonomia para o povo.

PATADA DO KOTA-CHAN

Manda quem pode, obedece quem tem juízo! One piece é basicamente assim, senão te vira neguinho!

O regime político de One Piece é estranho, pois parece uma ditadura com comunismo, mas o enfoque maior é na ditadura de um partido – o governo mundial.

Mas quer saber de uma coisa? Só Deus e Oda sabem o que é… se é que Deus sabe.

jUyhBOc

Magi the Labyrinth of Magic

Vários regimes, cada país tem o seu

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SINOPSE

A história se passa em um mundo alternativo baseado na antiguidade da humanidade e se usando de personagens homólogos. Contudo, no mundo de Magi, os seres vivos possuem uma essência chamada de Rukh, que é parte do “Grande Fluxo de Rukh”, um ciclo eterno de renascimento denominado “Destino”. E a pessoa que é dominada por sentimentos negativos podem ter sua essência enegrecida e deixa de fazer parte do ciclo eterno para a depravação. 

Mas Magi não é somente isso, existem os desafios conhecidos como “Dungeons”, além de trazer figuras iconicas como Aladdin e Alibaba.

FICHA TÉCNICA:

Tipo: Mangá. Demografia: Shonen. Autor(a): Shinobu Ohtaka Volumes: 37. Status: Finalizado. Lançamento: 2009-2017. Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Comédia. Públicação: Weekly Shonen Sunday

COMENTADO POR YURUYORU:

Escrever sobre os sistemas políticos de Magi é algo de LOUCO, se você já leu ou assistiu Magi alguma vez na sua vida sabe do que estou falando. Magi trata de diversos países com vários sistemas políticos, alguns exemplos deles é o Império Remano, sendo ele uma Monarquia eletiva, Império Huang (ou Kou) sendo uma Monarquia tradicional, Magnostadt um país-acadêmico pequeno mas muito importante para a história, Simbaria como monarquia (depois se torna uma espécie de anarcocapitalista), mas que tende fortemente para um fascismo. Há muitos reinos e países em tal universo, sendo em sua maioria detentoras de uma forma monárquica, mas como essa diversidade contribui para a história? Magi tem um foco MUITO grande no contexto social-político, pois o real objetivo instaurado naquele mundo é que alguém estabeleça uma gigantesca monarquia que cubra o mundo inteiro para se alcançar a paz mundial. A forma como as nações se mobilizam para conquistar este objetivo, impedindo que outras nações ou organizações consigam este feito, é algo de maluco que faz o mangá ser algo muito divertido e interessante.

PATADA DO KOTA-CHAN

Ohhh!! Parece que alguém gosta de Magi neste blog!

Mas como não gostar quando você consegue ter tantos exemplos de governo dentro de um mesmo anime?

“Kota… o Yuruyoru falou do Anarcocapitalismo, o que é isso? É de comer?”

É de comer não gente, mas é mais um tipo de governo… ou melhor é a falta de governo e regra de conduta misturada com o Capitalismo. É, eu sei, não combina mesmo um com o outro… mas é isso.

jUyhBOc

Made in Abyss

Depende… em qual nível do Abismo eles estão?

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SINOPSE

Mady in Abyss é focado na garotinha órfã chamada Riko. O orfanato em que Riko mora fica numa cidade em volta de um buraco gigante que vai para o fundo da terra chamado de Abismo. O Abismo abriga artefatos e ruínas de civilizações antigas e é comum a caça no local pelos chamados Incursores das Cavernas. Os Incursores descem no fosso cheio de névoa em busca de reliquias, mas muitos são acometidos pela doença conhecida como “a maldição do abismo”. Quanto mais fundo se vai pior são os efeitos da maldição.

O objetivo da protagonista é seguir os passos da mãe que quera uma dos incursores de caverna, e numa dessas incursões ela descobre um robô e o chama de Reg, esse robô se assemelha a um menino humano que passa a ser um dos seus companheiros de jornada, já que Riko recebe uma carta da mãe, pedindo para se encontrarem no fundo do Abismo.

FICHA TÉCNICA:

Tipo: Mangá. Demografia: Seinen. Autor(a): Akihito Tsukushi Volumes: 7. Status: Em andamento. Lançamento: 2012. Gêneros: Aventura, Fantasia Negra e Sci-fi. Públicação: Web Comic Gamma

COMENTADO POR YURUYORU:

Para aqueles que não leram o mangá, peço que não continuem lendo o post – porque tudo a ser dito aqui será SPOILER, espero que estejam avisados. A vila que o grupo de Riko encontra na sexta camada, Capital of the Unreturned, pode ser considerada uma sociedade anarcocapitalista, pode não parecer pela presença dos 3 grandes sábios, aqueles que fundaram o vilarejo. Entretanto, até mesmo os 3 grandes sábios estão submetidos às leis daquela sociedade que é chama de “equilíbrio”. “Equilíbrio” é como se fosse uma força, é um poder que rege e aplica as leis naquela sociedade, que até então se demonstra onipotente no vilarejo – e estas leis são o “pacto de não agressão” (PNA) dos anarcocapitalistas. Resumindo de uma forma bem leiga: é como se fosse algo do tipo “faça o que quiser, desde que não agrida terceiros” (seja a agressão feita através do uso da força ou por meio de fraude, etc). Sendo assim, qualquer outra coisa é resolvida pela troca de valores; o que seria para nós o comércio. CLARO QUE há algumas pontas soltas que possam dizer que aquilo é uma ditadura do “equilíbrio” ou dos “sábios”, pois ninguém do vilarejo pode sair de lá (apenas poucas exceções), mas enquanto nosso querido Akihito Tsukushi não desenha logo os próximos capítulos, ficaremos com esta pequena conclusão.

PATADA DO KOTA-CHAN

Nem vou falar que alguém gosta de anarquia né? Bem que a Mammys Sáh já pensou em cortar a língua desse guri.

Como o nakama Yuruyoro falou, conforme eles estão descendo as camadas do abismo se depararam com essa vila anárquica.

Mas para o sensei de vocês essa vila está mais para uma ditadura absolutista, apesar de não ter uma regra social de conduta forte, já que você pode fazer o que quiser… menos comer os inimigos  haters. (Não gostei disso!).

Mas depois dos spoilers tenho que ir atrás desse mangá, não?

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Psycho-Pass

Fascismo

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SINOPSE

Em um Japão Futurista, o Sistema Sybil foi desenvolvido para analisar o estado mental da população, os separando entre criminosos ou inocentes. Apenas com o julgamento desse sistema o indivíduo, pode passar por uma terapia, que é vista como uma cura, ou ser automaticamente executada com a arma Dominators, que funciona com os “olhos” do Sistema Sybil. Nesse cenário, encontramos a policial Tsunemori Akane, que acabou de ser transferida, ela trabalhará com os Executores, pessoas que foram consideradas mentalmente criminosas e sem chances de reabilitação, assim eles “caçam” aqueles que foram julgados culpado pelo Sistema. Uma série de acontecimentos, leva a protagonista a questionar sobre a justiça que está sendo colocada em prática, além da possibilidade do sistema estar corrompido.

FICHA TÉCNICA:

Tipo: Anime. Demografia: Shonen. Autor(a): Katsuyuki Motohiro. Episódios: 22. Status: Finalizado. Lançamento: 2012-2013. Gêneros:Sci-fi, Suspense, Cyberpunk, Distopia.. Estúdio: Production I.G

COMENTADO POR DEHRAMA:

O Sistema Sybil representa o líder supremo no sistema fascista de Psycho-Pass em um Japão Futurista. Graças a ele,  uma ditadura é erguida com uma ordem única e violenta. Contudo, para aqueles que não a questionam, esse é o modelo correto de se alcançar a paz e o desenvolvimento. Quando Makishima Shogo, um gênio nas artes da manipulação, mestre da filosofia (entre outras coisas, que não vão caber aqui), começa a atuar na cidade, o Sistema não o qualifica como criminoso… mesmo ele cometendo assassinato, entre outras proezas que seriam consideradas contra a lei – Makishima sequer é indicado para terapia.

PATADA DO KOTA-CHAN

Gente, me segurem que eu preciso ir ver esse anime!!! 

Makishima Shogo é o exemplo de um mestre, visto que consegue burlar o sistema em favor de si mesmo. Não tem como não pensar que o sistema está corrompido. Entretanto, quantos inocentes foram executados?

Para este pobre dragão aqui, essa pergunta é uma das coisas que mais pesa em regimes ditatoriais. Quantos direitos são burlados?

jUyhBOc

Ufa… eu sobrevivi, e vocês? Estão todos bem? Se bem que eu quero comer alguns governantes desses animes… mas estou pensando na indigestão. É, talvez seja melhor não – mas que dá vontade isso dá, e como dá.

Então, queridos leitores! Eu, Kota-chan, adorei essa jornada pelo conhecimento acadêmico e pelos animes escolhidos, me sinto um dragão mais cult agora. Claro que ainda poderíamos ficar falando mais e citar outros exemplos de animes para vocês, mas daí não ia ter fim, não é mesmo?

O assunto é extenso, mas não menos fascinante, já que é algo tão próximo com da nossa realidade, do nosso dia a dia e, principalmente, com a nossa história, vocês percebem? – sempre tem uns exemplos aqui e ali de governantes querendo dominar o povo na realidade também. Talvez essa proximidade com a realidade seja o que encante tantos mangakás, pois muitos deles trazem para a base de suas histórias um enredo político para enriquecer suas história.

Se bem que eu concordo com um antigo amigo meu da Grécia:

No mais, é isso queridos leitores, obrigada pela sua paciência estou ansioso para saber o que vocês acharam desse nosso primeiro post conjunto, e espero vocês na próxima loucura do povo desse manicômio.

Até lá eu posso aparecer dando uma patada não posso? Diga que sim mammys Sáh!

 

* PS mamys Sah: Kota, você pode fazer o que quiser daqui pra frente, menos cuspir fogo em nós. Mas vê se não sai do controle *

 

RAWRRR!! PODEIXAR!!!

 

Até logo pessoal!!!!!

3 Respostas para “POLÍTICA E GOVERNO: o que diabos isso tem a ver com animes/mangás?

  1. Mano do céu… fazer esse post deu tanta dor de cabeça, mas tanta dor de cabeça que to zonza até agora. Espero que as pessoas curtam, porque sinceramente… DEU MUITO TRABALHO. Se bem que escolher essa temática para nosso primeiro post conjunto foi quase a mesma coisa que tatuar “masoquistas” bem no meio da testa.

    Curtido por 2 pessoas

  2. Meu Deusssss vocês são todos loucos aushuahsuahsua
    Gente, estão todos de parabéns por ter levado essa ideia até o fim. Confesso que subestimei a loucura de vocês, mas valeu muito a pena.
    Agora que vai começar a era dos posts conjuntos, dá até medo de pensar no que vai sair daqui pra frente uahsuhasuhuhs

    Curtido por 1 pessoa

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