Katanagatari – Análise do final.

S T O P !

Antes de começar, eu queria dizer algo básico:

VAI TER SPOILER JORRANDO DOS MEUS DEDOS.

Se preparem.

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Inicialmente: olá, criaturas que habitam o Shiritori! Como vai? Tudo ótimo? Tudo bem?

Vim aqui porque tempos atrás aconteceu uma revolução no meu Curious Cat. Tudo começou com uma pergunta sobre o final do Zankyou no Terror, depois uma pergunta sobre Katanagatari, seguido de ameaças por DM no Twitter e comentários como este:

blog

Depois de arrumar um tempinho, decidi postar aqui minha análise sobre o término de Katanagatari. Afinal, quem é One Piece perto de Katanagatari no meu MyAnimeList?? EU DROPPEI ESSE ANIME POR 8 ANOS. Repetindo: eu droppei Katanagatari por

8 ANOS!

Vocês conseguem entender a importância desse acontecimento? Foi algo surreal.

Está aqui de paraquedas e não sabe do que estou falando? Então confere esse post em que indiquei Katanagatari aqui.

Tinha que escrever sobre esse anime, justamente porque quebrei minha cara lindamente. Algumas pessoas ainda têm preconceito com o traço do anime e chegarão até a pensar que aquilo foi desenhado por algum indivíduo vesgo. Pura ingenuidade. Somado à isso, o fato de cada episódio ter 50 fucking minutos aumenta ainda mais a taxa de dropp. Mas se você está lendo isso aqui, provavelmente já viu o anime (afinal, existe limite para masoquismo no mundo dos spoilers). Enfim, espero que gostem e não me achem louca. A análise será apenas DO FINAL, porque tenho certeza que se eu fosse escrever sobre todos os personagens, isso aqui viraria uma bíblia. Segurem o choro, porque os spoilers começarão… AGORA!

Análise sucinta sobre o final de Katanagatari:

Série animada do estúdio White Fox, com direção de Keitaro Motonaga e adaptada de light novels escritas por Nisio Isin, Katanagatari conseguiu chamar atenção da crítica através seu enredo peculiar. São 12 episódios cada um com 50 minutos, lançados durante um ano (entre janeiro e dezembro de 2010).  É um anime de duração relativamente grande. A história acontece no período Edo e gira em torno de dois personagens principais: Togame (estrategista do xogunato) e Yasuri Shichika (herdeiro do estilo Kyotōryū). A história se dá inicio com a jornada de ambos à procura das 12 espadas forjadas por Shikizaki Kiki.

Como o foco dessa análise parte do princípio de que as pessoas que estão lendo isto já finalizaram o anime, serei incisiva a partir de agora…

De antemão quero deixar algo bem claro sobre o final: eu não gostei.

Entretanto, achei a obra no geral bastante interessante e recomendaria para algum amigo sem pensar duas vezes. O conjunto global de direção, storyboard, screenplay, animação, trilha sonora e DIÁLOGOS foi algo sensacional. Gostaria de chamar atenção para a etimologia do título do anime: 

Katangatari

Katana (刀): significa espada.

Gatari: originá-se da palavra Monogatari (物語) que significa “História” ou”Conto”.

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Como todos que viram o anime já sabem, o estilo Kyotōryū não é uma arte marcial. É um estilo de lutas de espadas em que o próprio usuário considera-se uma katana. Eu achei interessante chamar atenção para este fato, porque o título remete uma simbologia singela à história do próprio Shichika. Ele era até então uma espada, entretanto… o desenvolvimento da história se enriquece não pelas conquistas das espadas ao longo do enredo, mas sim pela transformação do Shichika de katana para ser humano. Ele vai descobrindo sentimentos e mudando periodicamente. E é exatamente por isso que, talvez, muitas pessoas não tenham gostado do Shichika no começo do anime, pois ele era extremamente frio.

Lembram de quando ele matou a Meisai Tsuruga sem remorso ou sentimento algum?

GENTE, AQUILO ME DEU UM CALAFRIO DOS INFERNOS!

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Ele não questionava a Togame, muito menos sentia remorso. Shichika obedecia e matava sem dó. Não existia arrependimentos perante o sangue derramado e ele não entendia o porquê de ter misericórdia em uma luta, até porque ele era uma espada e espadas não sentem medo, compaixão ou tristeza.

Bem, eu não gostei muito do final de Katanagatari – mas gostei bastante do anime em si. Uma das coisas essenciais que uso pra avaliar um anime é: o que eu aprendi com ele? Katanagatari nos ensina sobre os reais significados de palavras, sentimentos e dever. Além de nos dar uns belos tapas na cara.

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Esse anime me lembrou uma obra bastante peculiar de Yoshitoki Ooima chamada “Fumetsu no Anata e”. Eles nos apresentam um personagem vazio de emoções, sem perspectivas de vida e a primeira grande lição que eles os ensinam é sobre a morte. Como diria em xxxHOLIC, o peso de uma vida é extremamente grande, o suficiente para esmagar alguém. Adoro obras assim, justamente porque dá para enxergar nitidamente o desenvolvimento dos personagens e o quão árduo é ter emoções. O que acontece em Katanagatari é que sentimentos são tratados como coisas desnecessárias que só servem para atrapalhar – e é muito legal quando isso é desmitificado não só no final, mas a partir da metade do anime.

Eu aprendi muito com essa obra, mas o final não teve moral alguma para mim. Afinal, o que se esperar de um término cheio de mortes (algumas necessárias, inclusive), mas com a inocentação forçada E DESMERECIDA da vilã? Meu orgulho foi para o lixo. Sendo mais explícita: aquela princesa oxigenada deveria ter sido punida ou morta ali mesmo. Foi totalmente incoerente. Contraditório. Insensato. Se minha consciência possuísse uma espécie de constituição legislativa, o final de Katanagatari conseguiria perverti e atear fogo em todas as seções. Ok, deu para perceber que eu realmente não gostei.

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PREFERIA 1000X QUE O EMONZAEMON ESTIVESSE VIVO NO LUGAR DESSE SER SEM CORAÇÃO.

Mas então, antes de explanar o roteiro peculiar de Katanagatari, eu quero chamar atenção para algo estranho: este anime é na verdade uma espécie de peça de teatro em que os olhos são a chave do mistério. Esta obra é muito, mas muito meticulosa quanto à isso. 

É válido ressaltar que todos os personagens de Katanagatari possuem um traço simples, mas a individualidade deles estão nos OLHOS. Por exemplo, se averiguarmos atentamente… os olhos de Sabi Hakuhei tem o formato de uma lua (o que caracteriza sua fama com a espada) e os de Kiguchi Zanki parecem peças de shogi (vício eterno da personagem). O Emonzaemon é interessante, porque ele é um dos poucos personagens que têm seus olhos cobertos, por isso não conseguimos sequer supor sua real identidade. 

Mas o questionamento fundamental de Katanagatari é: por que os olhos da Togame mudam? Quer dizer, porque só um olho dela muda??

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Depois de rever os primeiros episódios diversas vezes e supor milhares de teorias sem noção, eu descobri: é porque a Togame tem 2 individualidades e, por isso, 2 NOMES!

“Togame” foi o nome que ela mesmo deu a ela. O nome real dela é Yousha (dito apenas 2x no anime). Daí, vamos para minha teoria maluca: inicialmente, eu pensei que o olho esquerdo dela mudava quando ela estava mentindo. Mas isso foi descartado durante os episódios do anime. Então, reparei em algo que poderia justificar tal mudança: seu olho esquerdo mudava quando estava planejando algo, ou tendo alguma espécie de ambição momentânea. Entretanto, a cor natural dos olhos dela são de quando era criança e se chamava Yousha.

Bem, é nesse momento que os fãs piram:

“Togame” pode ser escrito de duas maneiras:

  1. とがめ
  2. 十が目 

Entretanto, quando é escrito em kanji, pode possuir o significado de “dez olhos” ou “olho de cruz”, por isso quando ela está planejando… o formato do seu olho muda para o formato de uma cruz, condizendo com a segunda forma de escrever seu nome (が目).

Mas e aí, vocês lembram dos últimos momentos da morte da Togame? 

SE VOCÊS NÃO LEMBRAM, EU MOSTRO! PORQUE SOFRER EM COMUNIDADE É TERAPÊUTICO!

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“Mesmo que as palavras fossem mentiras, os sentimentos não eram.”

ENTÃO, O SHICHIKA QUESTIONA ELA NO LEITO DE MORTE… E NOS DEPARAMOS COM ESSA RESPOSTA:

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SÓ QUE A VERDADE (POR TRÁS DE TUDO) APENAS SERÁ DESVENDADA NOS ÚLTIMOS MOMENTOS:

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DESCULPA, GENTE… EU NÃO QUIS SOFRER SOZINHA. ESSA CENA FOI TÃO BEM FEITA QUE NÃO RESISTI, TIVE QUE COLOCAR TODA. 

Lágrimas à parte, perceberam o mistério dos últimos momentos da Togame? Caso não notou nada, volte na cena novamente e perceba que ela morreu com ambos os olhos de quando era criança. Por quê? Porque naquele momento ela não estava mais planejando ou mentindo, Togame não era Togame, Togame era Yousha. E (segura o choro), um dos significado de Yousha” (容赦)… é perdão.

Ela morreu aceitando e perdoando Shichika. Essa personagem abriu seu coração de uma maneira tão linda e sincera que, por meros segundos, pensamos que ela não ia de fato morrer. Mas ela morreu. Yousha morreu perdoando Shichika, porque sabia que amava ele. 

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Mas vocês acham que acabou por aí? Existe outro detalhe que não foi mencionado por mim ainda nesta análise e sequer vi comentarem na internet:

Katanagatari é baseado em uma lenda chamada “Hakuja no Myojin”. Ironicamente, só fui perceber isso no final do anime. Este conto é baseado em uma lenda entre o destino de dois espadachins. Daimio (senhor feudal) de Tsugaru organizou uma espécie de competição entre Harada Kurando e Hira Gundayu com o intuito de testar suas habilidades. O vencedor ganharia uma imagem de ouro da Deusa Kwannon. Harada ganhou a competição, mas Gundayu não conseguiu aceitar a derrota e planejou o assassinato de Harada na mesma noite. Infelizmente, Harada foi morto por Gundayu e seus comparsas. 

“Mas Sáh, o que isso tem a ver com Katanagatari?”

NÃO ME QUESTIONE, APENAS LEIA, PEQUENO KOUHAI: Após saber do ocorrido, Yonosuke, filho de Harada, jurou vingar a morte de seu pai. Ele vagou pelo Japão durante cinco longos anos sem saber o paradeiro do assassino de seu pai (qualquer semelhança não é mera coincidência, parte 1), mas depois de um tempo descobriu a localização de Gundayu… ele virou mestre de esgrima para o senhor feudal de Gifu. Yonosuke sabia que não conseguiria matar Gundayu, visto que ele vivia quase sempre no castelo, então para enganar as pessoas, o que ele fez? Mudou seu nome (qualquer semelhança não é mera coincidência, parte 2). Ele mudou seu nome para “Ippai” e virou um “chugen” (classe que tinha um status social abaixo dos samurais, mas acima do padrão comum no período Edo). Entretanto, Yonosuke morreu antes de completar sua vingança. Antes de morrer, ele pediu que um ramo de sua Omoto favorita fosse mantida em um vaso próximo a sua cama. Após seu funeral, encontraram uma pequena cobra branca enrolada em volta do vaso… ela não saia de jeito nenhum, as pessoas jogavam o vaso em lagoas e rios com o intuito de espantar a cobra, mas ela continuava ali. A notícia se espalhou pelo país e um samurai tentou feri-la com sua espada, então ela saiu, mas quando saiu, o vaso se quebrou. 

O que eu quero chamar atenção para vocês é: Yonosuke é Togame/Yousha. Isso está mais claro que o dia – tanto que nos últimos momentos dela, o autor mostrou que sempre existiu uma cobra perto de seu corpo. E um dos momentos mais simbólicos do anime é quando essa cobra desaparece.

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Ela desaparece se desintegrando em pétalas, mostrando que naquele momento Togame havia virado Yousha, pois finalmente estava livre de sua vingança, mas ao mesmo tempo estava fadada à morte.

Sobre o Shichika:

Após a morte da Togame/Yousha, nosso baby foi tomado pela fúria. Muito além de triste ou irritado, acredito que naquele momento Shichika se sentiu insuficiente. Primeiro, porque sempre colocava os desejos dela acima de tudo e agora, ele estava sem perspectivas. Segundo, porque apesar de amá-la e ser sua espada, não conseguiu protegê-la de outra. 

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E isso o levou a refutar o último pedido de Togame, que seria condená-lo a uma realidade assustadora: viver. Reparem que quando digo “viver”, seria viver como uma pessoa e não como uma espada. E, naquele momento, ele notou que para uma pessoa viver, diferente de uma espada, essa pessoa não precisa de um(a) dono(a). Sua amada estava morrendo e ele não sabia mais o que fazer, foi quando Togame/Yousha pediu para que ele vivesse como se nunca a tivesse conhecido, fazendo no final um dos maiores pedidos egoístas da história dos animes: 

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Entretanto, nós sabemos que o Shichika não conseguiu aceitar esse tipo de realidade e, inicialmente, não acatou o último pedido dela. E é importante salientar algo fundamental neste curto período de tempo: ele foi para aquele castelo no intuito insano de querer morrer. A gente conseguia enxergar isso claramente nos olhos frios do meliante, ele não estava se importando com mais nada, muito menos com os ferimentos durante as lutas. Shichika queria negar tudo: desde a morte de Togame/Yousha, até o fato de se considerar uma pessoa. Foi durante esse período que ele abandonou – momentaneamente – sua humanidade. 

Sobre o sentimento que fomentou tudo isso: amor. Tanto que ele não conseguiu se segurar e fez o que fez. Foram muitas mortes desnecessárias, mas percebam que ele estava consciente do que estava fazendo – o que me leva a acreditar que, talvez, naquele momento, ele não estava lutando como espada, mas sim como espada e pessoa. Entendem onde quero chegar? Por mais que ele negue no anime que não foi por fúria, por mais que mostre durante o anime o quão “desumano” ele estava sendo, os sentimentos eram visíveis. E uma comparação bem simples que explica isso é: o pai de Shichika lutava/matava por ordens, mas e Shichika naquela situação? Ele estava lá por ordens? Não, ele foi porque quis. Achei isso muito simbólico.

Usuie1Felizmente, Shichika não trilhou o caminho da vingança, tanto que no final ele conseguiu poupar a vida da Hitei (tem que ter foça de vontade viu… kkkkk). Depois disso, não notei mais nenhum detalhe em específico. Apesar de sempre sofrer com esse tipo de história, sou fã de finais trágicos – mas só vale se o término tiver uma espécie de moral para mim. Como vocês bem sabem: não gosto da Hitei. E só para título de curiosidade: percebam que mesmo depois de tudo aquilo que aconteceu, a Hitei não se arrependeu do que fez. Enquanto Yousha significa perdão, Hitei significa negação… por essas e outras que votei pela morte dessa megera (não pelas mãos do Shichika).    

EDIT:

Lembram das cenas finais do anime? Existe uma em específico que quero chamar atenção:

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REPAREM NA FRAS… não, reparem no chá. Isso mesmo, no chá.

Alguns dizem que Shikizaki Kiki criou as 12 espadas com o intuito de melhorar a tecnologia do Japão (estudos, etc), porque previu que o país seria atacada por nações inimigas (EUA, por exemplo). A ironia foi que no final as espadas foram destruídas, mas mostra a foto fofa desse chá… No Japão existe um ditado meio estranho que minha avó é fissurada: se um dos pauzinhos do chá estiver flutuando verticalmente na água, isso é sinal de BOM PRESSÁGIO. Daí eu penso: bom presságio para o protagonista ou para o país? Porque se for para o país, ironicamente, a história foi bem trágica.

Enfim, espero que vocês tenham gostado e achado útil essa mini análise do final de Katanagatari. É um anime esplêndido! Faria uma análise completa, caso tivesse mais tempo. Aliás, gostou dessa análise? Indiquem para os amigos, essa é uma das melhores formas de ajudar o Shiritori ❤ 

– See you space cowboy

3 Respostas para “Katanagatari – Análise do final.

  1. Pingback: MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA PARA COMEÇAR ASSISTIR KATANAGATARI! – Chega de haters! | Shiritori·

  2. Eu ainda não tenho problemas com a Hitei auhahuuha não é uma história feliz, é uma tragédia. Para ter tragédia temos que ter a morte do protagonista (em tipo, 90% dos casos). Temos a morte da heroína depois dela se livrar de seu lado vingativo E a transformação da personalidade do Shichika. Os olhos dele mudam no final também. Ele volta a ser uma pessoa fria e mais cruel do que antes depois da morte da pessoa que ele ama. É o momento que ele perde a sua inocência. Acho que isso seria interessante de acrescentar. Ele andando com a Hitei no final me pareceu muito mais simbólico pro Shichika do que “ela ter ficado viva, que merda!”. Como ela não se arrepende do que fez, mostra que Shichika se tornou algo muito parecido com ela no final, como se tivesse ido “pro lado dela”. É um final bem triste de morte do bem e prevalência dos sentimentos maldosos. Por isso acho importante ela ter sobrevivido. E eu não desgosto da Hitei, ela é a ultimate Bitch mas eu até gosto dela auhhuauhauh.

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    • Ahh quando eu disse “mortes desnecessárias”, eu não estava falando da morte da Togame. Infelizmente, é como ela disse no final: “minha estupidez apenas será curada pela morte”, assim como o filho de Harada. E bem, eu acredito que se ela continuasse viva, de um jeito ou de outro, ela ou Shichika teriam um destino fatídico de alguma forma. Sobre a Hitei: eu não gosto MESMO dela e olha que, geralmente, me simpatizo com vilões. Eu não acho que no final o Shichika tenha se tornado semelhante a ela, até porque o que mais me incomoda na Hitei é o fato dela tratar a vida das pessoas com indiferença, já o Shichika aprendeu durante sua jornada que o peso de uma vida é o suficiente para esmagar alguém. A Hitei nem sabe o que é isso, ela não se importa – oq faz dela, talvez, uma boa vilã.

      OBS: Meu Deus, eu esqueci de comentar sobre os olhos do Shichika no final!!
      OBS²: Já consertei, obrigada xD

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